De
seda a pétala que é de brancor
De quando
em quando queda complacente...
O teu
sussurro esgueira transparente
Despetalando-se
despertador...
Em
tudo há teu perfume... meu rancor
Suspeito
desta noite em que somente
O
crime pelo qual, profundamente,
Julguei
que talvez fosse transgressor...
E mal
definha a flor forjada em ar
No cata-vento
morto ou moribundo
Que a
susto então revive e asperge luz...
Talvez,
querendo assim te humanizar,
Almejo,
entre um mundo e outro fundo,
Teus
olhos de Mulher ou de Jesus...

3 Comments:
A chave de ouro é realmente de ouro! Abraços!
Poesia de qualidade detected.
Demais, Davi! E gostei do blog assim, como uma folha de papel: simples e esperando ser preenchida.
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