Quatro lábios
A moderna instituição falida
O Constante da Inocência
Entre a chuva particular
Com teus olhos perseguidores
Vieste. E esta frequência vital,
Feito rosário em teu seio,
Me discursava a destruição
De um pormenor manchado de
Suor. E o que mais dela eu queria
Era as flores em festa
De um carnaval carnívoro.
Por condolências vinhas
Dos vinhedos falsos, dos regaços
De extinção.
Eras todo o mal do esquecimento,
Toda maldizente. Amaldiçoavas por uma tarde
Inteira a se pôr ao meu lado
Quando eu era colo e repouso.
Não me soubeste dos fatos ocorridos
Quando foste em forma de dor,
Quando foste em brisas que não correm
Em nossos rostos...
Muito embora eu, como minha testemunha,
Houvesse de cristianizar os cacos remanescentes,
Numa sozinhez prostituta,
Eu era feliz.
Avulsos pós-punk IX
Do silente gris e das lâminas
Relicário de ossos
Vodka
Clínico e jugular
Bronzes e Cristais
Chá de boldo ou licor de hortelã
Perspectivas
addio – lebewohl – αντίο – adieu – שלום – näkemiin – numquam
Virgens de sacrifício
Miserando
Horizonte Pluvial
